28 de setembro de 2010

O Estado é ele!

Há muitas diferenças entre o Porto e o Benfica. Mas há uma coisa que consegue separar de igual modo o fêquêpê do Benfica e do outro clube da capital (aquele que não é o Belenenses, o Atlético ou o Oriental). 
 
in A Bola































25 de setembro de 2010

Marítimo 0 Benfica 1

Notas: 

Prova-se mais uma vez uma velha máxima: qualquer guarda-redes que jogue contra o Benfica, mesmo que seja medíocre, automaticamente se transforma numa parede de betão com braços.

Cardozo é um dos melhores pontas-de-lança a alguma vez ter actuado no Benfica. Será também, sem grandes dúvidas, o mais tragicómico. Mais uma de muitas prestações a jogar como pino de flippers

Este guarda-redes que foram contratar para substituir o Roberto é muito promissor.

André, Paulinho Santos, Hélder Postiga, Fábio Coentrão. As Caxinas passaram décadas a ensaiar e conseguiram, finalmente, produzir um futebolista que não mete nojo.

Dois Carlos, um Mundial. O Martins que não foi, fazendo lá muita falta e o Queiroz que não quis levá-lo só por coisas.

Os comentários das transmissões televisivas na TVI são sempre sui generis. Tantos momentos de "não foi falta/fora de jogo... ah, se calhar talvez tenha sido, mas fico com dúvidas" fazem pensar que os comentadores acompanharão o jogo numa daquelas minúsculas televisões portáteis a preto e branco que havia no antigamente. A propósito, lembro-me de, nesses tempos saudosos, se venderem uns filtros de plástico para pendurar à frente dos ecrãs monocromáticos, costumando ser azuis ou verdes. Não vinha ao caso, mas apeteceu-me partilhar isto, mesmo assim.

E, agora, para a massa autista:

Tão matreiro é o Benfica, equipa que domina as arbitragens e despreza a verdade desportiva, que vai ao ponto de encenar um penalty não assinalado sobre Saviola só para camuflar o penalty cometido por Maxi Pereira, pouco depois. Isto não quer dizer que os árbitros sejam maus ou que queiram influenciar resultados. Só os que arbitram vitórias do Benfica com penalties a beneficiar o vencedor é que têm momentos menos esclarecidos.

22 de setembro de 2010

Benfica 2 Sporting 0

Ser adepto do Sporting é uma coisa única. Os adeptos do Sporting pertencem a uma elite (não por serem dotados de alguma característica excepcional ou por estarem num patamar intelectual superior, mas por serem poucos) bipolar que odeia tanto o clube rival do outro lado da estrada como o seu próprio clube. Salvo alguns atrasados mentais, ninguém diz mal do Sporting como os sportinguistas. E não é por não haver modelo de jogo 3 meses depois do início da época, não é porque a linha defensiva não se consegue organizar quando joga em bloco alto, não é porque a linha defensiva não se consegue organizar quando joga em bloco baixo, não é por se descobrir que, afinal, o Liedson não resolve porra nenhuma e que a equipa perde apoios verticais e capacidade de construção quando ele joga, não é pela apatia geral que começa no director desportivo e acaba no Paulinho ou ainda mais longe. Não é por nada disso. Pouco importa o que acontece no campo. Um maníaco-depressivo não precisa de razões. O ódio é de tal maneira cego que não se admite sequer que venham adeptos de outro clube partilhá-lo. Enquanto que o ódio pelo Benfica, pela abundante pelosidade bigodal e jeitinho para os biscates dos seus adeptos pode ser ser partilhado com adeptos do Porto, Braga e Guimarães, o ódio ao Sporting só é aceite mediante a apresentação de cartão de sócio com as quotas em dia. É enternecedor ver esta elite sportinguista, um ponto à frente na tabela, manifestar-se como se o campeonato já tivesse acabado e tivessem ficado a (por exemplo) 28 pontos do líder depois de despedir uma mão-cheia de treinadores e achincalhar em praça pública todos os activos vindos da academia. Alguns, a elite dentro da elite, conseguem ver mais longe e ainda se lembram de como isto começou. Uma pessoa até fica embaraçada por se ter queixado do Vale e Azevedo e do Damásio e do Vilarinho e de outras coisas. Obrigado.

13 de setembro de 2010

Vitória de Guimarães 2 Benfica 1

No centro de dia para reformadas da mais velha profissão do mundo onde vive, a tua mãe, Olegário, choraria de vergonha se o teu nome não fosse prova de que lhe és detestável.