Não importa que Luís Alberto tenha passado uma boa parte do seu tempo em campo a provocar desacatos vários e que tenha provocado activamente a confusão no fim do jogo. O que mais importa aqui é que Jara lhe chamou nomes feios e que Jesus o emp(esm)urrou para impedir que agredisse um jogador seu (quando os vinte jogadores que tentavam contê-lo não conseguiram). Têm de rolar cabeças! Ninguém pontapeou ou esmurrou um segurança longe das câmaras de televisão (isso nem sequer é agressão digna do nome, como recentemente ficou provado), mas o futebol não resistirá muito tempo se permitirmos que empurrões prontamente sanados no fim de um jogo renhido ou palavrões em espanhol das pampas continuem a manchar a beleza do desporto-rei.
Modalidades: revista da semana
Há 2 dias

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